O Conselho de Segurança da ONU reuniu-se para deliberar qual seria a próxima guerra que os grandões do Ocidente iriam inventar para ganhar um trocadinho extra...
O representante dos Estados Unidos queria que o seu exército fosse o primeiro a entrar em Bagdá...
O enviado da Grã Bretanha teve de explicar ao seu camarada americano que eles não iam invadir o Iraque, isso eles já tinham feito em duas oportunidades anteriores. Invadir o Iraque novamente não tinha mais graça, porque todo o petróleo iraquiano já era deles. Tinha que ser outro país...
O representante russo, então, sugeriu a Arábia Saudita, porque a Arábia tem um nome composto, e é extremamente edificante guerrear com um país de nome duplo... É elegante!
Mas os americanos foram radicalmente contra. Ora, disseram os americanos presentes à reunião do Conselho de Segurança da ONU, os sauditas são nossos amigos; eles possuem inúmeros empreendimentos nos Estados Unidos, de modo que não fica elegante nós invadirmos um país amigo.
Foi aí que interveio o representante de Israel. Ele disse que não importava o país árabe que eles iam invadir, o negócio era mandar bomba, porque inimigo por inimigo todos eram inimigos dos israelenses...
O representante russo, intrigado, virou-se para os outros diplomatas e perguntou: "Mas quem foi que convidou Israel para esta reunião?!"
O embaixador americano defendeu o colega de Israel: "Pessoal, Israel também faz parte do Conselho de Segurança..."
Aí foi a vez do representante chinês duvidar: "Pô! Se Israel pode fazer parte desta reunião de cúpula, vamos chamar o Brasil também!"
Todos olharam de cara feia pra ele. O chinês insistiu: "O que que tem, pessoal?! No Brasil só tem gente boa! Eles adoram pastel com caldo de cana! Além do mais, a indústria de armamentos do Brasil é uma das maiores do mundo"...
O Americano explicou: "Ô chinês, como é que nós vamos chamar o Brasil para esta reunião? Você não sabe que os brasileiros e os ingleses não se topam desde os tempos da Guerra das Malvinas...?"
Foi a vez do embaixador francês corrigir o americano: "A Guerra das Malvinas foi entre a Argentina e a Inglaterra. O Brasil não teve nada a ver com isso."
"Isso mesmo!" - insistiu o americano. "Não é esse país da África que tem por capital Buenos Aires?"
Ninguém disse mais nada. Foi neste momento que alguém sugeriu a Síria como o próximo alvo dos exercícios militares das grandes potências. Naquela confusão que se seguiu depois ninguém mais lembrou-se quem tinha dado a ideia. Mas isso agora já não tinha a menor importância. A decisão estava tomada. A bola da vez agora seria a Síria...
Aproveitando o ensejo, o embaixador francês fechou com chave de ouro aquela reunião de cúpula. Ele comentou:
"Eu acho a Síria um excelente alvo... Eles são os maiores exportadores daquela fruta saborosíssima, o damasco, não é mesmo? Minha esposa adora comer damasco no natal!"
E assim foi decretada a morte da Síria...
O representante dos Estados Unidos queria que o seu exército fosse o primeiro a entrar em Bagdá...
O enviado da Grã Bretanha teve de explicar ao seu camarada americano que eles não iam invadir o Iraque, isso eles já tinham feito em duas oportunidades anteriores. Invadir o Iraque novamente não tinha mais graça, porque todo o petróleo iraquiano já era deles. Tinha que ser outro país...
O representante russo, então, sugeriu a Arábia Saudita, porque a Arábia tem um nome composto, e é extremamente edificante guerrear com um país de nome duplo... É elegante!
Mas os americanos foram radicalmente contra. Ora, disseram os americanos presentes à reunião do Conselho de Segurança da ONU, os sauditas são nossos amigos; eles possuem inúmeros empreendimentos nos Estados Unidos, de modo que não fica elegante nós invadirmos um país amigo.
Foi aí que interveio o representante de Israel. Ele disse que não importava o país árabe que eles iam invadir, o negócio era mandar bomba, porque inimigo por inimigo todos eram inimigos dos israelenses...
O representante russo, intrigado, virou-se para os outros diplomatas e perguntou: "Mas quem foi que convidou Israel para esta reunião?!"
O embaixador americano defendeu o colega de Israel: "Pessoal, Israel também faz parte do Conselho de Segurança..."
Aí foi a vez do representante chinês duvidar: "Pô! Se Israel pode fazer parte desta reunião de cúpula, vamos chamar o Brasil também!"
Todos olharam de cara feia pra ele. O chinês insistiu: "O que que tem, pessoal?! No Brasil só tem gente boa! Eles adoram pastel com caldo de cana! Além do mais, a indústria de armamentos do Brasil é uma das maiores do mundo"...
O Americano explicou: "Ô chinês, como é que nós vamos chamar o Brasil para esta reunião? Você não sabe que os brasileiros e os ingleses não se topam desde os tempos da Guerra das Malvinas...?"
Foi a vez do embaixador francês corrigir o americano: "A Guerra das Malvinas foi entre a Argentina e a Inglaterra. O Brasil não teve nada a ver com isso."
"Isso mesmo!" - insistiu o americano. "Não é esse país da África que tem por capital Buenos Aires?"
Ninguém disse mais nada. Foi neste momento que alguém sugeriu a Síria como o próximo alvo dos exercícios militares das grandes potências. Naquela confusão que se seguiu depois ninguém mais lembrou-se quem tinha dado a ideia. Mas isso agora já não tinha a menor importância. A decisão estava tomada. A bola da vez agora seria a Síria...
Aproveitando o ensejo, o embaixador francês fechou com chave de ouro aquela reunião de cúpula. Ele comentou:
"Eu acho a Síria um excelente alvo... Eles são os maiores exportadores daquela fruta saborosíssima, o damasco, não é mesmo? Minha esposa adora comer damasco no natal!"
E assim foi decretada a morte da Síria...
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