O brasileiro embarcou para a Suíça sob os auspícios de realizar um negócio da China!
Obter um visto para viajar ao país helvético foi relativamente fácil, ainda mais pra quem tinha uma mala cheia de dinheiro!...
Tudo decorreu sem qualquer inconveniente...
Até desembarcar na Suíça...
Primeiro problema: explicar aquela mala cheia de dinheiro!...
As autoridades alfandegárias suíças estavam encafifadas...
Qual o problema? Questionou o empresário brasileiro, que enchia a boca para dizer que estava ali na terra dos bancos, dos relógios mais caros do mundo, e do chocolalate!, para realizar um grande negócio: patentear o chocolate suíço!
As autoridades, perplexas, não sabiam o que fazer com aquele brasileiro desmiolado!
Sua documentação estava absolutamente em dia: passaporte, visto da imigração, tudo. Mas havia aquela maldita mala carregada de dinheiro!
As autoridades suíças ligaram para o Banco Central do Brasil e descobriram que aquele homem que se dizia empresário vivia no interior de Minas Gerais e tinha realmente muito dinheiro...
Estava tudo de acordo. Aquele cidadão era quem dizia ser, e o dinheiro era mesmo dele. Não havia nada o que pudessem fazer...
O brasileiro queria porque queria patentear o chocolate suíço...
E ninguém o dissuadiu do contrário. Nem mesmo quando afirmaram que o chocolate suíço não poderia ser patenteado pelo brasileiro, simplesmente porque havia dezenas de marcas de chocolate na Suíça, e todas elas devidamente patenteadas...
E o brasileiro insistia, insistia, e nada! As autoridades cansaram-se de repetir sempre a mesma coisa. Lá pelas tantas, já injuriado, o empresário mineiro arrematou:
"Por que não posso patentear o chocolate suíço? Vocês foram lá no interior das Minas Gerais e patentearam a água mineral São Lourenço!"
Um silêncio de banco suíço estabeleceu-se na alfândega...
Ninguém se atreveu a responder.
Obter um visto para viajar ao país helvético foi relativamente fácil, ainda mais pra quem tinha uma mala cheia de dinheiro!...
Tudo decorreu sem qualquer inconveniente...
Até desembarcar na Suíça...
Primeiro problema: explicar aquela mala cheia de dinheiro!...
As autoridades alfandegárias suíças estavam encafifadas...
Qual o problema? Questionou o empresário brasileiro, que enchia a boca para dizer que estava ali na terra dos bancos, dos relógios mais caros do mundo, e do chocolalate!, para realizar um grande negócio: patentear o chocolate suíço!
As autoridades, perplexas, não sabiam o que fazer com aquele brasileiro desmiolado!
Sua documentação estava absolutamente em dia: passaporte, visto da imigração, tudo. Mas havia aquela maldita mala carregada de dinheiro!
As autoridades suíças ligaram para o Banco Central do Brasil e descobriram que aquele homem que se dizia empresário vivia no interior de Minas Gerais e tinha realmente muito dinheiro...
Estava tudo de acordo. Aquele cidadão era quem dizia ser, e o dinheiro era mesmo dele. Não havia nada o que pudessem fazer...
O brasileiro queria porque queria patentear o chocolate suíço...
E ninguém o dissuadiu do contrário. Nem mesmo quando afirmaram que o chocolate suíço não poderia ser patenteado pelo brasileiro, simplesmente porque havia dezenas de marcas de chocolate na Suíça, e todas elas devidamente patenteadas...
E o brasileiro insistia, insistia, e nada! As autoridades cansaram-se de repetir sempre a mesma coisa. Lá pelas tantas, já injuriado, o empresário mineiro arrematou:
"Por que não posso patentear o chocolate suíço? Vocês foram lá no interior das Minas Gerais e patentearam a água mineral São Lourenço!"
Um silêncio de banco suíço estabeleceu-se na alfândega...
Ninguém se atreveu a responder.
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