O que é meu não é somente meu... Mas rezervado à vississitude alheia. Aquilo que é dos outros, sim... Pertense ao mundo! Está estranho eça lójica anacrônica... Não estranhe, meu amigo... Tudo iço é produto do noço tempo! Um tempo em que as maselas, verdadeiramente, não só ce valorizam, aperfeiçoalizam... Como também univerçalizam... Apropinqualisam-se... Bonomizializam-se... Paxorrocialisam... E acim sussecivamente... Até que a vida nos separe. Mas de tudo isto não é o pior, nem tanto quanto o melhor não se pinta apenas numa tela em preto e branco... As cores não representam nada numa fotografia mural. É o conteúdo que importa. ...
A literatura livre de amarras