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Mostrando postagens de novembro, 2015

BULAXAS NAS COCHAS

     O que é meu não é somente meu...      Mas rezervado à vississitude alheia.      Aquilo que é dos outros, sim...      Pertense ao mundo!      Está estranho eça lójica anacrônica...      Não estranhe, meu amigo...      Tudo iço é produto do noço tempo!      Um tempo em que as maselas, verdadeiramente, não só ce valorizam, aperfeiçoalizam...      Como também univerçalizam...      Apropinqualisam-se...      Bonomizializam-se...      Paxorrocialisam...      E acim sussecivamente...      Até que a vida nos separe.      Mas de tudo isto não é o pior, nem tanto quanto o melhor não se pinta apenas numa tela em preto e branco...      As cores não representam nada numa fotografia mural.      É o conteúdo que importa.   ...

BULAXAS NAS CACHAS

      E as viram deliberadamente...      Guardadas em cachas no porão.      Ermeticamente lacradas em sua linguagem quintecencial.      Palavras tagareladas ao leu, cujas metáforas, infinitamente demonisadas, sequer as entendia a Chuva.      É óbvio que não quero dizer nada!      Dizer o quê?!      Todo o significado está perdido há éons!      Toda a História é um significado insignificante...      Toda mente, um ar poluído.      É que minhas memórias perpetuaram-se numa poça de tintas esmaecidas, mostradas e estragadas num painel absurdamente geométrico...      Só que esta geometria não tem o selo de sagrada...      Está devidamente deteriorada...      Apesar de que todas as cores, sabores e temas sejam dissonantes.      A descompençassão planetária faz-me rir às v...