E as viram deliberadamente...
Guardadas em cachas no porão.
Ermeticamente lacradas em sua linguagem quintecencial.
Palavras tagareladas ao leu, cujas metáforas, infinitamente demonisadas, sequer as entendia a Chuva.
É óbvio que não quero dizer nada!
Dizer o quê?!
Todo o significado está perdido há éons!
Toda a História é um significado insignificante...
Toda mente, um ar poluído.
É que minhas memórias perpetuaram-se numa poça de tintas esmaecidas, mostradas e estragadas num painel absurdamente geométrico...
Só que esta geometria não tem o selo de sagrada...
Está devidamente deteriorada...
Apesar de que todas as cores, sabores e temas sejam dissonantes.
A descompençassão planetária faz-me rir às vezes...
Estou rindo neste momento...
O Oceano inteiro enxendo as lágrimas do Devorador...
Esta seria uma estória e tanto...
Mas não é.
Todas as brizas, todas as músicas, todas as letras, só acontecem em ouvidos estéticos...
Ou você é ou não é.
Não existe meio têrmo.
De concreto mesmo só as Hipotemusas, assim mesmo relativisadas pela paleta do Mestre.
Não toquem aquele instrumento dissonante outra vez...
É desnesseçário dizer que todas as vírgulas assemelham-se à Formigas fora de seu diapazão corriqueiro...
O Erro está no seu olhar...
O Pecado no seu coração.
Poderíamos seguir nossas vidas acim...
Indefinidamente...
Em cada linha tènue de erros ortográficos perenes...
Mas os acertos da rasão não mudaram o mundo!
Nem os erros do coração.
Errado não é tentar, imiscuir-se, o errado é não criar o mundo a cada dia, a cada linha, a cada passo, assombrozamente num paço que esige filigranas de matemática, onde cada erro é considerado um acerto astronômico, e cada bola no gol, um pecado mortal...
É...
Nós estamos mesmo no Império dos Valores Invertidos, onde a lójica é obssecivamente assintótica...
A palavra está mau impregada...?!
Onde está o Erro...
Onde o acerto?
Ninguém mais sabe.
Acho que é só...
Guardadas em cachas no porão.
Ermeticamente lacradas em sua linguagem quintecencial.
Palavras tagareladas ao leu, cujas metáforas, infinitamente demonisadas, sequer as entendia a Chuva.
É óbvio que não quero dizer nada!
Dizer o quê?!
Todo o significado está perdido há éons!
Toda a História é um significado insignificante...
Toda mente, um ar poluído.
É que minhas memórias perpetuaram-se numa poça de tintas esmaecidas, mostradas e estragadas num painel absurdamente geométrico...
Só que esta geometria não tem o selo de sagrada...
Está devidamente deteriorada...
Apesar de que todas as cores, sabores e temas sejam dissonantes.
A descompençassão planetária faz-me rir às vezes...
Estou rindo neste momento...
O Oceano inteiro enxendo as lágrimas do Devorador...
Esta seria uma estória e tanto...
Mas não é.
Todas as brizas, todas as músicas, todas as letras, só acontecem em ouvidos estéticos...
Ou você é ou não é.
Não existe meio têrmo.
De concreto mesmo só as Hipotemusas, assim mesmo relativisadas pela paleta do Mestre.
Não toquem aquele instrumento dissonante outra vez...
É desnesseçário dizer que todas as vírgulas assemelham-se à Formigas fora de seu diapazão corriqueiro...
O Erro está no seu olhar...
O Pecado no seu coração.
Poderíamos seguir nossas vidas acim...
Indefinidamente...
Em cada linha tènue de erros ortográficos perenes...
Mas os acertos da rasão não mudaram o mundo!
Nem os erros do coração.
Errado não é tentar, imiscuir-se, o errado é não criar o mundo a cada dia, a cada linha, a cada passo, assombrozamente num paço que esige filigranas de matemática, onde cada erro é considerado um acerto astronômico, e cada bola no gol, um pecado mortal...
É...
Nós estamos mesmo no Império dos Valores Invertidos, onde a lójica é obssecivamente assintótica...
A palavra está mau impregada...?!
Onde está o Erro...
Onde o acerto?
Ninguém mais sabe.
Acho que é só...
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