Teremos o fenômeno adstringente da passarela mais linda do arco-íris, quiçá, amazonense amanuense certeiramente visado.
Mas não teremos todo o amor da cristandade que foi criada para odiar...
A grande e terrível verdade que se esconde por trás dos bastidores do Carnaval!
Amor, amor, eterno perder-se no encafifar-se.
Lembranças jogadas nas pétalas ruminantes que voam no ar possuído por uma quentidão absoluta...
No mais é relaxar as barbas no molho rosé.
Traçando todas as perspectivas invectivadas ao sonoro NÃO da cristandade que não quer compreender.
Cada consciência afogada nas lágrimas do passado jamais perceberá o verdadeiro significado desta palavra...
Verdadeiramente...
Assertivamente...
Positiva.
Não repetirei a gramática vulgar por demais repetitiva...
É óbvio que cada palavra tem o seu peso, mas a sensibilidade não tem nenhum...
Ela voa nas asas da liberdade a da imaginação desagrilhoada concretamente...
Mesmo no Carnaval! A festa das carnes putrefatas que não sentem o próprio cheiro!
Vocês já viram cadáveres sentirem o próprio cheiro...?
Mas se já estão mortos com a aparência de vivos!
A ilusão da existência desses cadáveres é apenas sorrir.
Não conhecem a multiplicidade das cavernas e dos atalhos verdadeiramente festivos;
Cada amanhecer é apenas a continuidade de estar morto.
Pobres mortais! Deleitam-se no esterco daqueles que sugam seu sangue!
Oprimidos por uma chusma de pecados inimaginavelmente maquiavélicos.
Embora cada detalhe desta liturgia tenha sido escrita há milênios de esquecimento.
Então o que temos é apenas isto: flores e flores do mal...
Mas apenas porque não podemos racionalizar de acordo com nossas mentes obnubiladas...
Conheço muita gente que vai amar esta palavra tardia!
Enfim, despeço-me apontando para a frente; não para o futuro, que já está escrito...
Obumbrado por um passado perverso, pervertido e comprometido...
Amanhã será melhor...
Então, um beijo...
Mas não teremos todo o amor da cristandade que foi criada para odiar...
A grande e terrível verdade que se esconde por trás dos bastidores do Carnaval!
Amor, amor, eterno perder-se no encafifar-se.
Lembranças jogadas nas pétalas ruminantes que voam no ar possuído por uma quentidão absoluta...
No mais é relaxar as barbas no molho rosé.
Traçando todas as perspectivas invectivadas ao sonoro NÃO da cristandade que não quer compreender.
Cada consciência afogada nas lágrimas do passado jamais perceberá o verdadeiro significado desta palavra...
Verdadeiramente...
Assertivamente...
Positiva.
Não repetirei a gramática vulgar por demais repetitiva...
É óbvio que cada palavra tem o seu peso, mas a sensibilidade não tem nenhum...
Ela voa nas asas da liberdade a da imaginação desagrilhoada concretamente...
Mesmo no Carnaval! A festa das carnes putrefatas que não sentem o próprio cheiro!
Vocês já viram cadáveres sentirem o próprio cheiro...?
Mas se já estão mortos com a aparência de vivos!
A ilusão da existência desses cadáveres é apenas sorrir.
Não conhecem a multiplicidade das cavernas e dos atalhos verdadeiramente festivos;
Cada amanhecer é apenas a continuidade de estar morto.
Pobres mortais! Deleitam-se no esterco daqueles que sugam seu sangue!
Oprimidos por uma chusma de pecados inimaginavelmente maquiavélicos.
Embora cada detalhe desta liturgia tenha sido escrita há milênios de esquecimento.
Então o que temos é apenas isto: flores e flores do mal...
Mas apenas porque não podemos racionalizar de acordo com nossas mentes obnubiladas...
Conheço muita gente que vai amar esta palavra tardia!
Enfim, despeço-me apontando para a frente; não para o futuro, que já está escrito...
Obumbrado por um passado perverso, pervertido e comprometido...
Amanhã será melhor...
Então, um beijo...
Muito bom e cada vez melhor
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