Este instante que se aproxima é a consequência de um evento banal, transcrito em prosa e suor aos meus malfadados olhos atônitos.
Poesia não é o resultado de algumas poucas rimas hesitantes, construídas aritmeticamente, mas o produto de uma alma atenta.
Quem mergulha, exultante, nas águas turbulentas do oceano sem fim, por quem choram tantas bocas malditas, insipientes, a quem tantos nunca deveram tanto assim, talvez porque nunca propagaram metáforas perdidas em cidades barulhentas, o que não significa viver, mas respirar quem pode saber?
Não sei o efeito que pode causar este meu canto allegro ma non troppo, todavia a fortaleza que ofusca os sentidos mórbidos deste meu coração irreal, abalará as estruturas deste sentimento azul.
Não sei o que me espera adelante, neste imortal painel em construção; só sei que continuarei o meu caminho com os olhos semiabertos, porquanto, o mais importante neste momento, é o que me cabe sonhar...
Poesia não é o resultado de algumas poucas rimas hesitantes, construídas aritmeticamente, mas o produto de uma alma atenta.
Quem mergulha, exultante, nas águas turbulentas do oceano sem fim, por quem choram tantas bocas malditas, insipientes, a quem tantos nunca deveram tanto assim, talvez porque nunca propagaram metáforas perdidas em cidades barulhentas, o que não significa viver, mas respirar quem pode saber?
Não sei o efeito que pode causar este meu canto allegro ma non troppo, todavia a fortaleza que ofusca os sentidos mórbidos deste meu coração irreal, abalará as estruturas deste sentimento azul.
Não sei o que me espera adelante, neste imortal painel em construção; só sei que continuarei o meu caminho com os olhos semiabertos, porquanto, o mais importante neste momento, é o que me cabe sonhar...
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